As pessoas

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JOÃO TEIXEIRA LOPES

Candidato à Câmara Municipal do Porto

Tem 47 anos, é professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade do Porto e Presidente da Associação Portuguesa de Sociologia. Diretor da Revista Sociologia entre 2009 e Fevereiro de 2013, tem 23 livros publicados (sozinho ou em co-autoria) nos domínios da sociologia da cultura, cidade, juventude e educação, bem como museologia e estudos territoriais. Figura muito presente no movimento associativo e cultural cidade, foi deputado à Assembleia da República entre 2002 e 2006 e candidato do Bloco à Câmara do Porto em 2001, 2005 e 2009. Em maio de 2014 foi distinguido com o galardão “Chevalier des Palmes Académiques” pelo Governo francês.

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JOÃO SEMEDO

Candidato à Assembleia Municipal do Porto

João Semedo reside no Porto desde 1978, onde exerceu como médico. Foi presidente do Conselho de Administração do Hospital Joaquim Urbano, entre 2000 e 2006, unidade do SNS especializada em doenças respiratórias e infecciosas, totalmente remodelada e modernizada durante o mandato da sua equipa. Em diferentes anos, integrou a direcção do FITEI e da cooperativa artística Árvore.

Nos seus três mandatos como deputado e, posteriormente, como coordenador do Bloco, protagonizou um combate intenso em defesa dos serviços públicos, com especial empenho no SNS, pela transparência na vida pública e contra promiscuidade entre os negócios e a política, tendo desempenhado um papel determinante nos inquéritos parlamentares realizados, primeiro, às fraudes no BPN e, depois, ao negócio da sua venda a capitais angolanos pelo governo de Passos e Portas.

Foi autor de diversos projetos-lei  de cuja aprovação resultaram, entre outros, o testamento vital, a prescrição de genéricos, o estatuto do dador de sangue, a carta de direitos dos utentes e os tempos de espera no SNS.

Protagonista indispensável no combate à troika e à política austeritária, foi um dos impulsionadores do Congresso das Alternativas e promoveu, juntamente com Mário Soares e outros, os Encontros da Aula Magna em que se reuniram as esquerdas “Contra a austeridade” e em defesa da “Constituição, da Democracia e do Estado Social”.

É um dos fundadores do  Movimento Cívico para a Despenalização da Morte Assistida.

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ALEXANDRA OLIVEIRA

Mandatária da Candidatura

Alexandra Oliveira nasceu em 1969, em S. João da Madeira, e vive no Porto, desde 1995.

É professora da Universidade do Porto, na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação, onde é docente e investigadora, coordenadora da área de especialização de Psicologia do Comportamento Desviante e da Justiça do Mestrado Integrado em Psicologia e membro do Conselho do Departamento de Psicologia e do Conselho de Representantes.
Os seus interesses de investigação relacionam-se com o género e a sexualidade e o controlo social, tendo vindo a dedicar as suas pesquisas ao trabalho sexual, em particular à prostituição.

É doutorada em Psicologia pela Universidade do Porto com uma dissertação baseada numa investigação etnográfica sobre prostituição de rua (Menção Honrosa do Prémio Maria Lamas 2011). A obra “Andar na vida: prostituição de rua e reacção social” (2011, Coimbra, Almedina) é uma adaptação desta tese de doutoramento.

É publicamente reconhecida como perita na área do trabalho sexual e tem recebido convites, quer da academia, quer de organizações políticas, governamentais e não governamentais, para diversificadas colaborações. Fez parte do Management Committee da Ação COST IS1209 ‘Comparing European Prostitution Policies: Understanding Scales and Cultures of Governance’ (ProsPol – 2013/2017).

Além do trabalho académico, interessa-se pela intervenção na área da educação para a saúde e da redução de riscos e tem estado, por isso, ligada a projetos de intervenção com diversas populações.

Alexandra Oliveira é feminista e ativista social; tem-se implicado em movimento sociais, tais como o movimento internacional de trabalhador@s do sexo (em Portugal, é membro da Rede sobre Trabalho Sexual), o movimento de cidadãos e cidadãs que se mobilizaram para a despenalização do aborto (foi mandatária nacional dos movimentos de 2002 e de 2007 conducentes à despenalização da interrupção voluntária da gravidez) e o movimento LGBT (foi promotora do “Movimento pela igualdade no acesso ao casamento civil entre pessoas do mesmo sexo”, 2009).

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