Assembleia Municipal: PSD e PAN garantem eleição de ex-administrador da Morgan Stanley

1171924.jpg

A votação não durou mais do que meia hora e decorreu sem surpresas. Aberta a urna, os votos foram contados na própria sala de sessões e os resultados apresentados de imediato, pelos três membros temporários da mesa: Pereira Leite, Pedro de Carvalho, do PS, e Mariana Macedo, do PSD.

Os resultados das eleições não garantiam a eleição de Pereira Leite, já que o movimento de Rui Moreira não teve maioria na AM. Contudo, o PSD anunciou que viabilizaria esta candidatura, deitando por terra, à partida, a hipótese de eleição do candidato socialista. O resultado da votação secreta aponta para que PS, CDU e Bloco de Esquerda tenham votado em Braga da Cruz, enquanto Bebiana Cunha optou por Pereira Leite.

Continuar a ler

Anúncios

Declaração do grupo municipal do BE – Eleição da Mesa da Assembleia Municipal

outdoorsem

Sr.  Presidente da Mesa da Assembleia Municipal do Porto,

Senhoras e senhores deputados municipais,

Sr. Presidente da Câmara e Vereadores,

Minhas senhoras e meus senhores,

Caros municípes,

Em representação das eleitas e eleitos para esta Assembleia Municipal, nas listas do Bloco de Esquerda, quero começar por saudar todos os membros deste novo mandato e desejar que este órgão autárquico corresponda às necessidades e desejos da população do Porto.

Pela nossa parte, insistiremos na melhoria do funcionamento da Assembleia Municipal, na criação de melhores condições de trabalho para os seus membros e no aumento da informação e da participação cidadã nos seus trabalhos e reuniões, contribuindo dessa forma para as decisões políticas sobre a cidade do Porto.

Não deixaremos de lutar pela concretização das propostas que, do nosso ponto de vista, melhor respondam aos problemas das pessoas e que incluímos no nosso programa eleitoral “Porto: agora as pessoas”.

Continuar a ler

Resultados autárquicos 2017

Câmara Municipal do Porto:

5,34% (6.146 votos), nenhum vereador eleito. (2013: 3,60%)

Assembleia Municipal do Porto:

7,20% (8.281 votos), 3 deputados municipais eleitos. (2013: 4,98% e 2 deputados)

Assembleias de Freguesia:

  • Centro Histórico: 10,75%, 2 eleitos. (2013: 6,33%, 1 eleito)
  • Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde: 4,97%, 1 eleito. (2013: 3,16%, nenhum eleito)
  • Bonfim: 8,05%, 1 eleita. (2013: 5,45%, 1 eleita)
  • Campanhã: 6,44%, 1 eleito. (2013: 4,07%, nenhum eleito)
  • Lordelo do Ouro e Massarelos: 6,68%, 1 eleita. (2013: 4,51%, 1 eleita)
  • Paranhos: 6,54%, 1 eleito. (2013: 4,68%, 1 eleito)
  • Ramalde: 6,92%, 1 eleita. (2013: 4,77%, 1 eleita)

São estes os eleitos e eleitas do Bloco de Esquerda:

 

Este slideshow necessita de JavaScript.

Parabéns a todos e todas as eleitas, ativistas e pessoas que ajudaram a construir a candidatura Porto: agora as pessoas!

Habitar que Porto? – Opinião de Miguel Lobo Barbosa

9999.jpg

Artigo de opinião de Miguel Lobo Barbosa, ativista e candidato do Bloco de Esquerda à Assembleia Municipal

Ao longo desta campanha autárquica, muitos foram os que tentaram analisar semiologicamente o slogan do candidato do Partido Socialista, Manuel Pizarro. Falamos, claro, do “Fazer pelos Dois”, caricata declinação da canção de Salvador Sobral.

A leitura mais popular – e, convenhamos, a mais óbvia – aponta serem estes “dois” o próprio Pizarro e o seu antigo/futuro aliado, Rui Moreira. Outra visão que podemos também avançar, sobretudo desde a divulgação do programa “Habita Porto”, leva-nos a um Pizarro ainda mais abnegado: faz pelo actual presidente (outro grande cultor da lógica PPP), mas também pelas grandes empresas da construção civil.

Continuar a ler

Entre a política real e as sondagens vai a distância das nossas aspirações

18671188_10213230229498627_5179381392489360025_n.jpg

Artigo de opinião de Susana Constante Pereira, candidata do Bloco à Junta de Freguesia de Lordelo do Ouro e Massarelos e à Assembleia Municipal

Porque se tornam generalizadamente um instrumento de pendor eleitoralista, as sondagens são uma variável potencialmente perigosa nos processos democráticos e, enquanto tal, nunca favoreceram os partidos pequenos. São usadas como peça de um jogo mais ou menos invisível no qual as pessoas se tornam peões, de forma mais ou menos inconsciente. Jogo esse em que interessa tudo menos a política concreta. Porque a política concreta não se traduz por amostras e não se resume a dados demográficos.

Continuar a ler